
domingo, 10 de janeiro de 2010
sábado, 21 de novembro de 2009
Curiosidade
Inicialmente, a novela seria exibida no horário das 20h, devido a seu tema polêmico. Esteve prevista para substituir Roque Santeiro, em 1986, porém foi substituída por Selva de Pedra .
Em 1989, foi novamente cotada para ir ao ar às 20h, sucedendo a O Salvador da Pátria, mas em vez disso, o vice-presidente das Organizações Globo, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, suspendeu a produção da novela, pois alegou que queria acabar com os excessos dramáticos no horário . Em seu lugar, foi exibida a novela Tieta. Porém, no ano seguinte o folhetim conseguiu finalmente ir ao ar, às 18h00, se tornando um grande sucesso de público e crítica, com média geral de 47 pontos no horário. Tudo isso, graças a abordagem de temas novos e polêmicos, como o termo barriga de aluguel.
Barriga de Aluguel foi reapresentada na sessão Vale a Pena Ver de Novo, entre 5 de julho e 5 de novembro de 1993, às 13h30, em 90 capítulos, com a excelente média de 40 pontos no horário, mesmo índice de Fera Radical, reprisada nas tardes de 1991. Foi uma das reprises que menos esperou para voltar ao ar: dois anos e um mês após seu final.
A autora Glória Perez reviveu os personagens de Mário Lago e Beatriz Segall, Dr. Molina e Miss Brown na novela O Clone. Dessa vez os médicos entraram em cena para participar de uma discussão ética e científica sobre a clonagem humana.
Foi a primeira novela dos atores Victor Fasano, Jairo Mattos, Tereza Seiblitz e Marcelo Saback. Daniela Perez, filha da autora, já havia estreado em Kananga do Japão, na Rede Manchete, em 1989.
Barriga de Aluguel, a princípio teria 185 capítulos, porém, com os constantes atrasos de Salomé, telenovela que seria exibida no mesmo horário, teve um esticamento de 58 capítulos. Com isso, a trama de Glória Perez é a terceira novela mais longa da Rede Globo, superada apenas por Irmãos Coragem, de 1970 e A Grande Mentira, de 1968, sendo que esta última teve 341 capítulos.
Destaque para o bordão de Lulu, personagem de Eri Johnson: "Fui!".
Teve o título provisório: Novos Tempos [5].
No artigo citado acima, publicado no ano de 1990, Thales Pan Chacon seria Zeca. E o nome de Cláudia Abreu, estava como "Ângela Abreu".
Fonte>Wikipedia
Em 1989, foi novamente cotada para ir ao ar às 20h, sucedendo a O Salvador da Pátria, mas em vez disso, o vice-presidente das Organizações Globo, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, suspendeu a produção da novela, pois alegou que queria acabar com os excessos dramáticos no horário . Em seu lugar, foi exibida a novela Tieta. Porém, no ano seguinte o folhetim conseguiu finalmente ir ao ar, às 18h00, se tornando um grande sucesso de público e crítica, com média geral de 47 pontos no horário. Tudo isso, graças a abordagem de temas novos e polêmicos, como o termo barriga de aluguel.
Barriga de Aluguel foi reapresentada na sessão Vale a Pena Ver de Novo, entre 5 de julho e 5 de novembro de 1993, às 13h30, em 90 capítulos, com a excelente média de 40 pontos no horário, mesmo índice de Fera Radical, reprisada nas tardes de 1991. Foi uma das reprises que menos esperou para voltar ao ar: dois anos e um mês após seu final.
A autora Glória Perez reviveu os personagens de Mário Lago e Beatriz Segall, Dr. Molina e Miss Brown na novela O Clone. Dessa vez os médicos entraram em cena para participar de uma discussão ética e científica sobre a clonagem humana.
Foi a primeira novela dos atores Victor Fasano, Jairo Mattos, Tereza Seiblitz e Marcelo Saback. Daniela Perez, filha da autora, já havia estreado em Kananga do Japão, na Rede Manchete, em 1989.
Barriga de Aluguel, a princípio teria 185 capítulos, porém, com os constantes atrasos de Salomé, telenovela que seria exibida no mesmo horário, teve um esticamento de 58 capítulos. Com isso, a trama de Glória Perez é a terceira novela mais longa da Rede Globo, superada apenas por Irmãos Coragem, de 1970 e A Grande Mentira, de 1968, sendo que esta última teve 341 capítulos.
Destaque para o bordão de Lulu, personagem de Eri Johnson: "Fui!".
Teve o título provisório: Novos Tempos [5].
No artigo citado acima, publicado no ano de 1990, Thales Pan Chacon seria Zeca. E o nome de Cláudia Abreu, estava como "Ângela Abreu".
Fonte>Wikipedia
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